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Assim como acontece com em outros inters universitários, como a TUSCA e O Inter (antigo InterUnesp), o BIFE também tem o seu desafio de baterias, o Torneio de Baterias do BIFE (ToBaBIFE).

A edição de 2019 aconteceu no dia 30 de novembro, na quadra da Tom Maior e foi vencida pela Cherateria, da Física-IAG da USP, pela sexta vez.

Diferente de outros desafios, o ToBaBIFE não ocorre no BIFE nem é organizado pela mesma comissão organizadora (CO). Sua gestão é  composta por representantes das nove baterias participantes.

Os representantes discutem entre si o regulamento, local e jurados. Além disso, tudo o que forma a festa que ocorre após a apresentação das baterias também é planejado por essa gestão.

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O Histórico do ToBaBIFE

O ToBaBIFE chegou em sua oitava edição neste ano, desde seu formato atual. O primeiro desafio ocorreu em 2012, com quatro participantes, e a BaterECA (ECA-USP) foi a primeira campeã.

Nas edições seguintes, a Manda Chuva (FFLCH) conquistou o título em 2013 e, de 2014 em diante, a Cherateria levou o prêmio.

Entre 2014 e 2015, o ToBaBIFE acontecia no vão da FFLCH. A partir de 2016, o torneio mudou para a quadra do Império Lapeano – local muito conhecido pelo público de baterias universitárias.

No Império Lapeano costumavam ocorrer muitas festas e até mesmo os ensaios do Balatubloco, bloco de carnaval composto apenas por ritmistas universitários. Foi lá que o torneio se firmou até a edição de 2018.

O modelo atual

Foi somente no ano passado, sua sétima edição, que os dez institutos do BIFE passaram a ter baterias representantes no torneio. O local e o regulamento foram alterados e o desafio é levado cada vez mais a sério pelos participantes.

O torneio ainda pode ser considerado como o precursor de outro evento, o Encontro de Baterias do BIFE (EBaBIFE). Esse funciona de forma mais amistosa, com o objetivo das baterias mostrarem suas apresentações e o que têm feito duranteo ano. O EBaBIFE e teve sua quarta edição neste ano.

Como foi o ToBaBIFE 2019?

Foi a segunda vez que o torneio contou com a participação de todas as baterias que representam as faculdades do BIFE. Eram elas: Anvetamina (Veterinária), BaterECA (ECA), BatIMEduca (IME e Pedago), Brutalista (FAU), Cherateria (Física-IAG-IPEN), Crateria (Geo), Manda-Chuva (FFLCH), Tubatuque (Química) e Unidos do Camaleão (ICBIÓ).

Assim, o torneio conta com uma grande variedade: desde a BatIMEduca, fundada há menos de dois anos, em 2018, até a Cherateria, bateria que figura há anos na etapa Principal do Balatucada.

Apesar da Cherateria levar seu sexto troféu seguido, notou-se um torneio muito mais equilibrado do que de anos anteriores. A diferença da campeã para a vice, em comparação a 2018, caiu de 2,8 pontos para 0,8.

Entretanto, algo recorrente nesse ano, no qual a CO prometeu não abrir nenhuma exceção, foram as punições. Diversas baterias receberam penalizações, em geral por motivos em comum, sendo penalizadas com a perda de 1,0 (um) a 3,0 (três) pontos.

Confira os resultados completos:

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Classificação final

1. Cherateria (122,7)
2. BaterECA (121,9)
3. Tubatuque (119,1)
4. Manda Chuva (116,5)
5. Brutalista (115,8)
6. Unidos do Camaleão (114,7)
7. Crateria (114,4)
8. Anvetamina (114,1)
9. BatIMEduca (109,9)

Estandartes

Mestre – BaterECA
Chocalho – BaterECA
Tamborim – Cherateria
Caixa – BaterECA
Repique – Cherateria
Surdo de Marcação – Cherateria
Surdo de Terceira – Cherateria
Instrumento Complementar – Brutalista (Xequerê)

Critérios de avaliação

Nas outras edições, as súmulas levaram muito em conta os elementos criativos apresentados pelas baterias, como quesito de maior valor.

Neste ano, a comissão organizadora optou por valorizar, além da criatividade, com peso 1.5, a harmonia. Este quesito também englobou a execução e o andamento, que passou a ter peso 1.25.

Levou-se em conta também a equalização, que envolvia a afinação dos instrumentos e quão audíveis estavam durante a apresentação.

Para isso, foram escalados três jurados, com conhecimento musical e do mundo das baterias universitárias, que se dividiram para julgar. Um prestava atenção nos instrumentos leves, outro dirigia sua atenção para os “pesados”, enquanto o último julgava a bateria de forma geral.

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