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Há aproximadamente um mês, a Seleção USP de Futsal Masculino foi ao JUBs Regionais de Maringá. Confira como foi!

De 19 a 24 de agosto, a Seleção USP de Futsal Masculino competiu o JUBs Regionais que ocorreram em Maringá. Foi uma das poucas vezes que a Universidade de São Paulo conseguiu se classificar para uma competição neste nível.

A equipe, representada pelo treinador Fernando Pires, conversou um pouco com a Revista BEAT sobre a experiência: a união da viagem, o alto nível esportivo, o quinto lugar e muito mais. Confira:

A ida ao JUBs Regionais!

RB: Como foi a classificação da equipe para o JUBs em Maringá?

Fernando Pires: A classificação pro JUBs se dá através da disputa da FUPE do 1° semestre e o campeão ganha a vaga para representar o estado de São Paulo na Conferência Sul.

A Seleção USP de Futsal Masculino terminou a FUPE em quarto lugar. Entretanto, a equipe garantiu a vaga após uma falha da então classificada, a UNIP.

A equipe da outra faculdade não conseguiu comprovar que 80% dos seus atletas estavam regularmente matriculados e/ou cumpriram o número mínimo de disciplinas definidos pelo regulamento (acho que duas disciplinas).

Além disso, a Faculdade da Praia Grande e a UNIFAE não aceitaram herdar a vaga da UNIP (não sei os motivos ao certo). Logo, a USP acabou classificada.

RB: Como foi a competição, tanto em termos de nível técnico como de experiências para a equipe?

Fernando: O nível técnico era muito alto, com a presença de muitos atletas federados nos times rivais. As outras quatro faculdades eram particulares e tinham políticas de bolsa-atleta, então as equipes eram muito competitivas.

A equipe da UniCesumar ainda tinha um atleta profissional, que joga a Liga Nacional de Futsal pela equipe de Campo Mourão. Ou seja, foi muito desafiador e estimulante tentar competir nesse nível. Além de tentar encontrar as melhores estratégias para chegar perto de igualar o jogo.

Conviver seis dias com os moleques foi uma grande experiência também – fortalecendo a amizade que já existia e voltando para São Paulo com muita história nova pra contar.

Outra experiência incrível foi acompanhar os jogos de futsal feminino. Duas equipes profissionais participaram da competição (Leoas da Serra/UNIPLAC e Cianorte) e proporcionaram jogos muito bons.

Essas duas equipes tinham jogadoras com passagem pela Seleção Brasileira, com muitos títulos conquistados e vê-las ao vivo foi uma experiência muito boa. Também deu pra tirar algumas fotos com elas e viver um momento fã (risos).

RB: Houve algum apoio financeiro institucional para vocês? Seja da LAAUSP, USP ou da FUPE?

Fernando: A FUPE/CBDU arcou com os custos da hospedagem de toda a delegação. Já a LAAUSP custeou a minha alimentação e transporte (treinador), além de uma parte da inscrição individual de cada atleta (acho que 100 reais/atleta).

Fora isso, os atletas bancaram do próprio bolso o restante: alimentação, transporte SP <-> Maringá e o transporte na cidade.

RB: Você acredita que a participação em eventos desse porte esporte, com nível técnico mais alto, pode ajudar o esporte universitário “comum?” De que maneira?

Fernando: Talvez quando o esporte universitário “comum” for mais organizado, se preparar melhor pra esses momentos e contar com um apoio de verdade das entidades.