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O InterFAU 2019 rolou em Socorro durante a Semana da Pátria. Conversamos com o Mackenzie, atlética que levou o caneco geral , e com a Liga Organizada.

Faz pouco tempo que acabou o InterFAU 2019, mas a saudade já bateu. Foram nove dias em um camping em Socorro, interior de São Paulo, no melhor estilo “colônia de férias”. Amigos reunidos, a festança rolando solta e muito esporte. Como não ficar com saudade, né? 

De acordo com Matheus Lima, integrante da Liga Organizadora do evento, a hospitalidade da cidade sede foi fundamental para o sucesso da edição.

“A recepção da cidade foi muito boa, foram muito flexíveis com tudo, super simpáticos ao receber os jogos. Isso tanto na parte administrativa do camping, como a própria prefeitura – sempre presentes e preocupados com a qualidade do evento”, conta Matheus.

Em comparação com anos anteriores, a edição 2019 cresceu. Foi super notável que o nível esportivo de todas faculdades aumentou desde o ano passado, todas modalidades estão mais competitivas. Tivemos a primeira edição do desafio de Baterias Universitárias de Arquitetura”, diz Matheus.

Entretanto, houve também uma evolução e crescimento notável da parte das festas do inter. Segundo a Liga Organizadora, o diferencial do InterFAU é que o espaço das festas fica dentro do camping e isso possibilita muita integraçaõ entre as faculdades.

Matheus complementa que “também neste ano tivemos o acréscimo de mais uma festa open na semana. E toda festa continua com o famoso after ao longo dos dias”.

O título geral tem dona: FAU Mackenzie

A grande vencedora deste ano foi a Atlética Arquitetura Mackenzie – maior campeã do InterFAU. A FAU Mack acumula pouco mais de 30 títulos em 41 edições de jogos. Conversamos com a Erika Rie, membro da atlética.

Revista BEAT: Como foi a preparação de vocês pra esse ano? 

Erika Rie: Ano passado, muitas das nossas modalidades coletivass perderam para a FAU USP. Talvez por isso, entramos mais preparados para ganhar nesta edição. Nos desenvolviemos mais nos campeonatos universitários que ocorrem ao longo do ano e os times cresceram bastante.

RB: Qual o sabor dessa vitória? 

Erika Rie: É indescritível. Ver as finais das modalidades coletivas no segundo domingo – e ganhar todas elas – foi de longe a melhor sensação que nós, como comissão e gestão, poderiamos ter.

Muitas das modalidades não ganhavam há alguns anos da FAU USP e, esse ano, com muita força de vontade e muito preparo dos times, levamos a vitória que merecíamos tanto. 

RB: Quais são os próximos objetivos de vocês?

Erika Rie: Bom, como o ano não acabou, ainda temos algumas etapas a serem cumpridas. As modalidades coletivas continuam a disputar a NDU e, com certeza, o principal objetivo de todas elas é subir para a série superior. Com o desenvolvimento que temos acompanhado nas quadras, tenho certeza que isso rolará.

Quanto às modalidades individuais, ainda temos chão pela frente também. São muitas as competições que estão por vir e que buscaremos o ouro: NDU e CUPI, por exemplo.

Outro ponto é o reconhecimento que a Chapa Mais teve para esse ano. Foi um período de muita dedicação, de todos os envolvidos, para que esse ano fosse perfeito para os atletas e para os alunos da faculdade como um todo. Acredito que fizemos um ano bom, e manteremos esse reconhecimento até o final da gestão.

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