Veja quem foram os campeões da NDU do 1º semestre 2018 nas modalidades de quadra e leia sobre a campanha e as expectativas de cada time.

O segundo semestre de 2018 chegou (sim, férias acabou, que tristeza). Mas a gente vem te relembrar quem foram os times que levaram os canecos da NDU no 1º semestre (série A).

Além disso, te contar um pouco sobre a campanha de cada equipe e o que elas esperam para a nova rodada do campeonato. Confira:

Vencedores da NDU 2018 – 1º semestre

Basquete Feminino – POLI/USP

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil?

BF Poli: Na fase de classificação ficamos em segundo do grupo, com uma derrota para a ESPM. Depois, nas quartas ganhamos da Med USP. Em seguida, na semi, vencemos da Med ABC e a final foi contra a FEI.

A NDU esse semestre foi ao meu ver o mais equilibrado em relação aos anos anteriores. Porque teve um bom nível técnico, principalmente entre as 8 equipes que se  classificaram para as quartas de finais.

O jogo mais complicado foi contra a ESPM. Porque não jogamos com o nosso time completo e tivemos dificuldade no início do jogo, no qual elas abriram uma vantagem e não conseguimos recuperar.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

BF Poli: O destaque maior desse time da Poli foi o conjunto. Principalmente quando começou o mata mata, onde a poli tinha pelo menos 3 meninas pontuando acima dos 2 dígitos em cada jogo.

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2º semestre?

BF Poli: Quando  entramos em um campeonato sempre temos  como meta chegar na final. E esse objetivo foi alcançado. A expectativa para o segundo semestre é novamente  chegar na final. Mas sabemos que não será fácil, devido à qualidade das equipes que iremos enfrentar.

Basquete Masculino Med Taubaté

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil?

BM Med Taubaté: O fato da gente ter saído como melhor do campeonato não significa que tivemos tanta facilidade assim. O NDU é um dos maiores do campeonatos universitários do Brasil e as equipes são bastante qualificadas.

Em alguns jogos, a gente conseguiu se sobressair muito. Mas, de maneira geral, foi um campeonato bem disputado.Então, acredito que o adversário mais difícil que a gente tenha enfrentado tenha sido na final, a Insper.

Porque é uma equipe muito bem treinada, com um sistema ofensivo bem definido. E nós tivemos bastante dificuldade. Passamos a frente no placar só no último momento do jogo.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

BM Med Taubaté: O destaque foi o comprometimento do grupo. Todos os jogadores estavam envolvidos e determinados a dar o melhor. Porque isso foi preponderante para a nossa vitória.

Individualmente, a gente teve alguns destaques. O Rodrigo foi o melhor jogador do campeonato. É um grande jogador do nível universitário. Mas vale salientar que ele é um cara que se utiliza muito do sistema ofensivo que o grupo proporciona.

Então, raramente você um jogador da Medicina Taubaté individualizando o jogo. Taticamente, é uma equipe que funciona muito bem.

Quando você trabalha coletivamente bem, é muito difícil a outra equipe conseguir marcar. Porque todos os jogadores podem despontar a qualquer momento.

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2º semestre?

BM Med Taubaté: A princípio, nosso objetivo não era ser campeão. A gente foi estabelecendo metas jogo a jogo, na verdade. Então, antes de começar o campeonato, nosso objetivo era não cair. Isso ficou muito claro na conversa com os jogadores.

Depois o campeonato foi andando, e fomos pensando a cada jogo com tranquilidade sobre cada desafio. Nos preparando e tudo. Fizemos uma fase de grupo quase perfeita, basquete bonito, bem jogado.

A partir das quartas de final enfrentamos bons adversários, que causaram bastante dificuldade. E aí a gente foi pensando e tendo controle de cada jogo, cada momento até chegar na final e a gente conseguir sair com o título.

Para o segundo semestre, nosso campeonato de maior valor é o Intermed. Vamos nos preparar bastante. E com esse título do NDU, acabamos nos credenciando como favoritos.

Mas isso não vai nos atrapalhar. Nós tivemos a tranquilidade no NDU, de trabalhar jogo a jogo e vai ser assim no Intermed também. Quem sabe assim, não conseguimos repetir a campanha e chegar ao título igual fizemos no primeiro semestre.

Handebol Feminino – Grifo

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil?

HF Grifo: A campanha foi muito boa. O grupo, mesmo com a entrada de novas atletas, teve entrosamento e respostas muito boas nos campeonatos. Além disso, no meio do semestre tivemos o JUCA.

O inter possibilitou usar todas as atletas e experimentar todo mundo em diversas posições pra manter e ter mais de uma opção por posição. Acreditamos que tivemos mais dificuldade com a FGV e Medicina USP.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

HF Grifo: Acreditamos que todas do time sejam destaque. Por mais que uma ou outra tenham mais habilidade, mais tempo no esporte e mais facilidade, todas estão lá por mérito próprio de passar em uma seletiva (que por sinal não é fácil).

E também por reinar em locais e horários malucos, fazendo com quem cada uma tenha seu espaço de destaque na nossa vitória. Mas se tivéssemos que realmente destacar algumas atletas destacaríamos a Aline nos contra ataques fortes, Isabela nos chutes de fora e a Gabi no gol.

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2º semestre?

HF Grifo: Sim. Apesar de saber que as outras equipes tinham meninas de qualidade, nosso grupo sempre se demonstrou muito forte taticamente e fisicamente. E o objetivo próximo é o mesmo: construir e conquistar o NDU no segundo semestre.

Handebol Masculino – EEFE/USP

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil?

HM EEFE: Estreamos com derrota em um jogo muito ruim contra a engenharia Mauá. Mas depois ganhamos todos os jogos da primeira fase. Tivemos jogos difíceis contra a Insper e a ESPM.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

HM EEFE: Vários meninos se destacaram, nosso goleiro ajino foi muito bem, Vitor Seiki tb acabou entre os artilheiros da competição, de maneira geral tivemos vários protagonistas durante a competição.

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2º semestre?

HM EEFE: Esperávamos brigar entre os finalista, entre os 4. Por isso, treinamos bastante e sempre será uma meta em todas as competições que disputarmos

Futsal Feminino – FMU 

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil?

FF FMU: Nossa campanha foi muito boa, tanto pensando em resultado quanto em desempenho. O time se reformulou do ano passado para esse e sentimos essa transição nos primeiros jogos.

Mas a partir do quarto jogo nosso modelo foi melhor absorvido pelas jogadoras e nosso desempenho melhorou muito, o que refletiu nos resultados. Foram 7 vitórias e 1 empate, marcamos 33 gols e sofremos 7.

Nosso adversários mais difícil foi sem dúvidas a Poli. Na ndu  enfrentamos elas duas vezes, sendo que empatamos em 0 a 0 o primeiro e ganhamos a final em cima delas por 1 a 0, elas tem um ótimo time e uma das melhores comissões técnicas do universitário!

Nossa campanha apesar dos placares elásticos na maioria dos jogos, não foi fácil. Sempre buscamos entrar concentradas e focadas no começo do jogo.

E o primeiro gol é sempre o mais importante. Porque depois a gente joga mais leve e por isso fizemos bastante gols nesse semestre. Mas em nenhum jogo foi fácil fazer o primeiro gol.

O adversário mais difícil com certeza foi a Poli USP onde empatamos por 0x0, mas fizemos um ótimo jogo defensivo e não achamos o empate sem gols ruim.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

FF FMU: Todas foram muito importantes pra conquistar essa medalha. Mas olhando diretamente para os números, não podemos deixar de falar da Mariana Marcelo por 16 gols em 8 jogos e da Nathalia Pupo por 8 gols e mais de 10 assistências. As duas em quadra se entendem muito bem e são os destaques desse semestre.

Mas o principal destaque foi a postura delas e a seriedade que elas encararam o semestre. Foi muito gratificante ver jogadoras que competiram a vida toda realmente motivadas e comprometidas com o time. 

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2o semestre?

FF FMU: Vencer sempre foi e sempre será nossa meta. Não é à toa que desde 2015 a gente sempre chega pelo menos até a semi. Sabíamos que ia ser difícil mas que tínhamos potencial para isso.

E a vitória foi resultado de muito treino, união do time também é um ponto importantíssimo, a gente presta atenção no técnico dando os exercícios mas qualquer tempinho sem fazer nada já é motivo de resenha.

O segundo semestre não será diferente, defendendo o título de atuais campeãs, vamos continuar treinando firme pra conquistar o ouro novamente.

O principal objetivo é manter essa motivação e comprometimento na equipe. Porque, muitas vezes, quando se ganha um título importante, a equipe da uma relaxada e o nível de desempenho cai muito.

Por isso, no próximo semestre temos que manter a mesma pegada. Se conseguirmos, podemos pensar em ser campeões de novo.

Futsal Masculino – Direito FMU 

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil? 

FM FMU: Entramos em quadra pela ultima rodada da primeira fase já classificados em primeiro. Foram 3 vitórias e 2 empates. Tivemos jogos duríssimos contra FEA PUC e FEI na primeira fase e contra a EEFE nas quartas.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

FM FMU: O destaque foi para o goleador do time, Valtinho.

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2o semestre?

FM FMU: Esperávamos vencer sim. Mesmo com a falta de estrutura que a atlética oferece para time, o time fez 7 finais dos últimos 8 campeonatos que jogou. Sabemos do nosso potencial.

Quando ganhamos 3 jogos jogando com 5 de linha, percebemos que tínhamos condições de ser campeões. Já para o segundo semestre, vamos tentar manter o nível de competição e a regularidade que, nos últimos semestres, somente a FEA USP teve.

Grifo foi campeão, no semestre seguinte foi rebaixado. EACH foi campeã, passou apertado para o mata a mata e a INSPER foi vice e só não foi rebaixada porque o regulamento mudou.

Enfim, chegamos ao topo. Mas sabemos que está muito difícil se manter lá. Por isso, precisamos trabalhar duro pra ser bicampeões invictos.

Volei Masculino – Federal do ABC

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil? 

VM Federal: Conseguimos encerrar a fase de grupos em primeiro lugar da nossa chave, com apenas uma derrota. Isso nos levou a alinhar o time e elevar nosso nível de jogo, aumentando nosso foco e desejo de ser campeões.

Durante essa fase, destacamos o jogo contra a FMU que foi decisivo para a definição do primeiro lugar na fase classificatória. Contudo, o jogo mais difícil ainda estava por vir e foi nas QF contra a Poli USP.

Porque a equipe deles apresentava um enorme volume de jogo e eram os atuais campeões. O jogo foi longo e muito cansativo, “uma partida de xadrez”, como diria a grande Ana Moser. Por isso e pelo sentimento de revanche do último semestre, consideramos esse o nosso maior desafio.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

VM Federal: Apesar de clichê o destaque do nosso time é a coletividade. Embora tenhamos perdido alguns destaques individuais no final do ano passado, compensamos com a união e entrosamento da equipe.

Todos do time tinham a consciência da sua função dentro e fora de quadra e sabíamos da importância de cada um para o time. Entretanto, podemos destacar o desempenho individual do Rodrigo Luciano.

Ele é o ponteiro que virou oposto na reta final do campeonato, tornando-se nosso principal atacante. Além disso, precisamos mencionar o Breno Moraes, líbero, que entrou esse ano no time já gritando e tomando conta do fundo de quadra.

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2o semestre?

VM Federal: Como para todas as equipes, nossa meta era o título. Principalmente depois do bronze e prata nas últimas temporadas. Por isso, acreditávamos na vitória e lutamos muito para conquistá-la.

Foi necessário redefinir detalhes e ouvir alguns gritos/incentivos do Ulisses Caldeira, nosso técnico. Agora com o título de campeões da série A da NDU, esperamos que a equipe continue superando desafios e aumentando o entrosamento a fim de alcançarmos o Bicampeonato.

Volei Feminino – Poli/USP

Revista BEAT: Como foi a campanha de vocês? Qual foi o adversário mais difícil? 

VF POLI: Treinamos muito forte esse semestre por conta disso. Embora o nosso principal campeonato do ano seja o Interusp, que acabou não acontecendo. Mas todos adversários da fase de grupo foram muito difíceis. A gente enfrentou a Med Abc, FMU e GV no final.

Foram três jogos super difíceis, sendo 3×1, 3×1, 3×2. Então, nenhum foi tranquilo. Porque em todos tivemos que estudar o outro time, tivemos que preparar nossos treinos para isso, nossa cabeça para o dia.

Revista BEAT: Houve algum destaque no time?

VF POLI: Uma das nossas principais características é não ter um destaque. Porque todas são muito importantes para o time, seja em quadra ou no banco. Todas atacantes têm o mesmo número de pontos. Por isso, gostamos de dizer que somos um time mesmo, que todo mundo tem o seu papel.

Revista BEAT: Esperavam vencer, era meta? Quais são as expectativas para o 2o semestre?

VF POLI: Sim, era nossa meta. A gente sempre coloca o NDU como meta do semestre como se fosse a recompensa de todo o trabalho do semestre, o maior que a gente participa.

Mas a gente sabia que ia ser difícil. Então foi muito legal de ter alcançado. Agora esperamos ir bem forte, continuar essa campanha que a gente teve nesse semestre que passou. Vamos ter o Engenharíadas e o TUSCA, dois inters pra manter o nosso ritmo e a nossa pegada.

Crédito Foto de Capa: Acervo NDU / Luiz Pires

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