O presidente Ricardo Bochicchio explica como foi o andamento do 1º semestre do NDU 2018 e descubra algumas das novas mudanças que o campeonato vai sofrer

A Revista BEAT foi falar com o presidente do Novo Desporto Universitário, Ricardo Bochicchio, para saber tudo sobre o 1º semestre do NDU 2018. Confira:

Revista BEAT: Atualmente, qual o tamanho da NDU (em termos de jogos e atléticas participantes)?

Ricardo Bochicchio: São mais de 70 Atléticas/Universidades que participam de nossas modalidades coletivas e individuais; mais de 401 equipes por semestre inscritas nas modalidades de quadra e futebol de campo masculino; mais de 2.500  jogos por ano nas modalidades de quadra e futebol de campo masculino; e de 4.000 horas de utilização de equipamentos esportivos nas modalidades de quadra e futebol de campo masculino.

Dessa forma, realizamos um estudo no início do ano e constatamos que o NDU é a maior competição linear do País. Porque, levando-se em consideração o número de participantes em equipes da categoria adulta, nenhuma outra entidade esportiva, seja ela Confederação, Federação ou Liga possui o número de inscritos que o NDU alcançou. Veja a quantidade de times por modalidade:

Equipes por modalidade do NDU

Basquete Feminino = 32 equipes
Basquete Masculino = 45 equipes
Futsal Feminino = 56 equipes
Futsal Masculino = 58 equipes
Handebol Feminino = 45 equipes
Handebol Masculino = 41 equipes
Voleibol Feminino = 46 equipes
Voleibol Masculino = 44 equipes
Futebol de Campo Masculino = 35 equipes

Revista BEAT: Em 2018 entraram muitas AAAs para a NDU e isso foi uma conquista importante pro esporte universitário. E, imaginamos, que para o campeonato também. Como você avalia isso?

Ricardo Bochicchio: Foram quase 10 anos de um trabalho extremamente coeso, profissional e com identidade própria entre NDU e Atléticas/Universidades. E o fruto desse incansável trabalho foi a adesão de quase todas as entidades universitárias a nossa competição. Porque hoje o atleta universitário que joga o NDU, marca na história dele de vida, que quando vence uma de nossas competições, foi, de fato, o campeão paulista universitário daquele ano. Justamente por causa da representatividade e importância da competição na vida acadêmica dos alunos. Os alunos que passaram o último ciclo acadêmico e se formaram recentemente, por exemplo, jogando de 4 a 5 anos nossa competição tem essa sensação. É o que recebemos de retorno dos atletas, terem participado de uma grande competição universitária em SP.

Revista BEAT: Qual o diferencial da NDU? 

Ricardo Bochicchio: Não podemos dizer que existe um diferencial, um fator mais importante, porque são diversas variáveis. São muitas ações que nos tornam uma entidade diferenciada. Mas se eu tivesse que destacar uma, é a extrema competitividade entre as equipes participantes, em um formato muito equilibrado entre as séries. Porque isso proporciona em nossa história uma grande oportunidade de diferentes equipes a cada semestre terem a condição de vencer suas competições.

Mudanças do NDU

Revista BEAT: Há algo que vocês querem implementar e/ou melhorar em breve?

Ricardo Bochicchio: Estamos voltados nesse momento a ampliar cada vez mais nossa equipe de colaboradores para que a qualidade se mantenha em todos nossos serviços. De novidade, estamos mergulhados em um novo projeto de portal e aplicativo a serem lançados no final dessa temporada objetivando já 2019. Além disso, teremos uma grande mudança na forma de interação com atletas, suas estatísticas pessoais e a forma de comunicação que as Atléticas terão com toda comunidade.

Revista BEAT: Para o segundo semestre, quais são as expectativas?

Ricardo Bochicchio: A expectativa é de muito trabalho e a realização/entrega da maior edição da competição de nossa história. E nesse semestre o NDU bateu novamente o recorde de inscritos. Por isso, estamos extremamente satisfeitos com essa nova marca.

 

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