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JUCA

Belas Artes: a Atlética em ascensão do JUCA

Dona do 5o lugar geral em 2017, a campanha da Belas Artes no JUCA vem crescente. Com o primeiro atleta trans do campeonato e equipes cada vez mais estruturadas, a atlética promete surpreender nessa edição.

Em ascensão, a Atlética Belas Artes retorna a mais um Jogos Universitário de Comunicação e Artes (JUCA) com perspectivas positivas. O enxame azul e vermelho traz consigo uma bagagem de 25 anos de história, porém ainda na luta pelo título geral inédito.

A Diretora Geral de Esportes, Roberta Pinheiro, conta que seus atletas vão bater de frente com muitos times. Se antes o motivo era apenas participar, hoje a diretoria da BA quer alcançar voos mais altos.

“Os times que não tiveram uma pontuação boa no ano passaram eram novos. Modalidades que não passaram do primeiro jogo, como o handebol feminino, por exemplo, não desanimara e pegaram isso como estímulo”, disse. A melhor classificação veio em 2017, com o quinto lugar geral.

A evolução da Belas Artes

“Não foi surpresa, pra mim foi um bom resultado, a Belas Artes está em uma crescente. Tínhamos muito atleta com problemas de comprometimento e responsabilidade. Mas, hoje, o cenário é outro. A galera está se cobrando mais, fazem treinos extras, a tendência é cada vez mais subir de posição”, disse.

Pinheiro sempre jogou futsal pelas Belas Artes e ingressou na atlética pelas amizades. Assumiu o cargo de DGE no começo do ano passado, sendo essa a segunda gestão da qual participa.

Estratégia para o JUCA 2018

Para que a abelha voe mais alto, o foco em modalidades coletivas passou a se tornar uma prioridade. “A preparação é basicamente a mesma, treinamos duas vezes por semana em todas as modalidades, porém estamos mais em cima, incentivando e cobrando”, declarou.

“Nossos times evoluíram muito, o fortalecimento da amizade dos atletas dentro e fora de quadra ajudou muito, fez com que o comprometimento do time aumentasse e, consequentemente, o resultado nos jogos”, disse. Roberta destacou que a Grifo é um grande desafio. “Isso não quer dizer que somos inferiores, mas sim que nossos jogos serão mais difíceis e disputados”, declarou.

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Equipe de Futsal Feminino da BA: atual campeã do JUCA

Para 2018, Pinheiro sairá satisfeita se cada time der o melhor de si em quadra. “A minha meta particular sempre será essa, não só no JUCA, mas nas demais competições que participamos”, disse.

“A galera treina de madrugada, chega tarde em casa e acorda cedo, passando o dia inteiro cansado. Fui campeã no ano passado e quero que eles tenham a mesma sensação que eu tive, por isso sempre os incentivo. Vamos bater de frente com muitos times”, declarou. 

Como engajar sua faculdade?

A previsão de público para esta edição é a mesma do ano passado, por volta de 600 pessoas. “A festa do meio do ano passado foi muito elogiada, estamos montando essa com a meta de superá-la”, disse Pinheiro.

Do “Nada Pode Nos Parar” ao “DNA Azul e Vermelho”, slogan escolhido para o JUCA 2018. “Sempre vamos passar para o nosso atleta uma linha de raciocínio motivacional”.

A Belas Artes é a primeira faculdade a levar um atleta transgênero para participar do JUCA 2018. “É um assunto que demorou para ser discutido e veio veio átona agora, estou muito feliz que esse ano todo mundo vai poder jogar”, declarou.

Ela elogiou a atitude da Liga Atlética Acadêmica de Comunicação e Artes (LAACA). “O JUCA é um dos campeonatos mais abertos para esses assuntos, existem pessoas que não estão se importam com isso e acabam não questionam. Espero que o caminho que o JUCA esteja fazendo se torne exemplo para os demais jogos universitários, afinal, somos todos iguais”, disse.

Entrevista concedida em parceria com o Fala! Universidades

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