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Treinamento

Modalidades de férias: o surfe

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Que tal aproveitar o verão para aprender o surfe? Ou, pra quem já manja, dar aquela treinadinha? É só cair no mar, garantir um bronzeado e, muito provavelmente, uns caldos.

Por Revista BEAT

Aproveitando a vibe das finais da WSL (World Surf League), a modalidade da vez é o surfe. Não deu pro Medina o título mundial, mas dá pra gente se inspirar, né?

Mesmo para quem só está de férias da faculdade, mas com a vida a mil no estágio, nada melhor para quebrar a rotina do que fazer um bate volta, sentir o mar e fugir um pouco da correria de São Paulo.

Benefícios do surfe para o atleta universitário

Por ser uma atividade muito intensa, o surfe garante uma série de benefícios físico-motores a seus praticantes. Diogo Valli Sanchez, educador físico e surfista, enumera: “ganho de força, consciência corporal, equilíbrio, coordenação motora, agilidade e aumento da condição cardiorrespiratória são alguns dos benefícios que o surfe traz ao atleta”.

Durante a fase deitada, quando o praticante deve remar e furar ondas, o trabalho se concentra, principalmente, nos membros superiores. No momento de ficar em pé e na fase de manobras (para quem chegar lá), os membros inferiores passam a ser bastante exigidos também. Em resumo, trata-se de uma atividade bastante completa.

Além desses benefícios, o surfe também colabora no desenvolvimento da parte mental do atleta. Diogo explica que “o contato com o mar, com a natureza como um todo, ajuda muito na concentração e atenção do praticante”. Isso porque o surfista precisa ser ágil e ter um bom tempo de reação, compreendendo os momentos do mar para entrar numa onda, por exemplo, ou para sair de determinada posição.

Por onde começar no surfe

O surfe, principalmente para iniciantes, é uma atividade perfeita para fazer em grupo, com amigos que possam ajudar na evolução de quem está começando. Diogo já chama a atenção: “a questão é não por onde começar, mas por quem começar. Alguém próximo que já surfa, amigos que querem aprender ou então uma escolinha de surfe.

Segundo passo é achar uma praia boa para iniciantes. Algumas indicações próximas a São Paulo são a Praia da Fazenda (Ubatuba), Praia da Baleia e Bora Bora.

Por fim, “o que eu não indicaria para iniciar seria começar é sozinho – comprar uma prancha, escolher um mar e encarar a onda. A pessoa pode não conhecer a praia, o tipo de onda, se tem correnteza, se é perigoso ou não. Sem tirar que ela demoraria muito mais para evoluir na modalidade, para saber se posicionar no mar, ficar em pé na prancha e de fato surfar e se divertir, em vez de ficar tomando na cabeça e passando perrengue na água”, conclui Diogo.

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