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Treinamento

Modalidades de Férias: o slackline

slackline

Já pensou em ir para o parque hoje e aprender algo novo? O slackline pode ser uma boa opção.

Por Shayene Metri

A modalidade surgiu como uma mistura de alpinismo com arte circense e, atualmente, é queridinha e com certeza você já viu alguém praticando (ou tentando) pelos parques, praias e programas do Canal OFF.

O slackline, principalmente para quem não quer se profissionalizar e só quer aprender algo diferente, é fácil de começar.

Bata uma fita (não é tão cara e também dá pra ver um amigo para emprestar), um local para amarrar e coragem para tentar andar nela.

Os benefícios do slackline para o atleta universitário

No caso do atleta universitário, o slackline pode ser uma atividade complementar não só divertida, mas bastante eficiente.

O slack ajuda, principalmente, a aprimorar o equilíbrio e a consciência corporal. Também melhora a ativação muscular (abdômen e musculatura do pé), além de trabalhar bastante a concentração.

Todos esses ganhos podem fazer muita diferença na volta dos treinos e dos campeonatos.

Além disso, segundo Lucas Tonicelli, fisioterapeuta esportivo, o slack traz, justamente, os benefícios que são poucos trabalhados na atividade esportiva clássica.

Se você já faz alguma modalidade esportiva, o slack é uma forma divertida de adquirir (ou melhorar) seu equilíbrio e consciência corporal, além de trabalhar bastante a concentração.

Todos esses ganhos podem fazer muita diferença depois na volta dos treinos e dos campeonatos.

“Muitos atletas na universidade praticam mais de um esporte, porém, a maioria treina apenas uma modalidade que nunca nem mesmo praticou antes da faculdade. Dessa forma, muitos desses atletas acabam ‘viciados’ nos movimentos específicos da sua modalidade e isso pode predispor a algumas lesões”, explica Lucas.

O slack, portanto, vai dar mais consciência corporal para o atleta fazer essas tarefas com mais segurança.

Por onde começar o slackline?

A melhor forma de começar a praticar é juntar um grupo de amigos, achar uma zona autorizada no parque (geralmente são as áreas mais afastadas), ou mesmo na USP, e colocar uma fita mais rígida.

Existem vários tipos de fitas, as usadas em competições e acrobacias, por exemplo, possuem um balanço maior. Ou seja, procure por fitas mais largas, rígidas e de menor comprimento, se quiser ter mais facilidade.

“As mais iniciantes (são mais baratas também) são mais largas e mais rígidas, colocando com uma tensão maior fica mais fácil de aprender. Além disso, é uma atividade legal de fazer em grupo, fica muito mais interessante. Chamar, encarar e fita e tentar se equilibrar”, completa Lucas.

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